Blog Della

Blog pessoal da Bru desde 2012. Considere que escrevi alguns posts no auge da minha adolescência.

Bruna Della
Bruna Della, 29 anos. Entre a arte, a espiritualidade e a saúde emocional, compartilho reflexões sobre vida adulta, autocuidado, rotina acolhedora e transformação pessoal. Professora de inglês/arte em transição para a arteterapia, umbandista, atriz e escritora de experiências cotidianas desde os 15 anos.

Arteterapia corporativa: uma experiência de autoconhecimento e inteligência emocional para empresas



 A Arteterapia corporativa é uma possibilidade de ação para empresas que desejam trabalhar saúde mental, autoconhecimento, inteligência emocional, autocuidado, bem-estar e integração de equipes de maneira prática e significativa. Por meio da criação artística, das imagens e dos símbolos, uma vivência de Arteterapia pode oferecer aos colaboradores um espaço de pausa, reflexão e expressão, contribuindo para que percebam aspectos da própria experiência que muitas vezes ficam escondidos na rotina de trabalho.

Esse tipo de vivência pode ser utilizado por equipes de Recursos Humanos (RH), Desenvolvimento Humano e Organizacional (DHO), endomarketing e áreas de pessoas em campanhas de saúde mental, Setembro Amarelo, programas de qualidade de vida, ações de integração de equipes, semanas internas e eventos corporativos.

 Sou Bruna Della, arteterapeuta (UBAAT 08/799/0521), com atuação em Arteterapia online para mulheres adultas, com foco em autoconhecimento, expressão emocional, autoestima, relacionamentos, carreira e desafios da vida adulta, a partir de uma abordagem junguiana que utiliza arte, imagens e símbolos.

 Também realizo vivências corporativas, workshops e experiências personalizadas para empresas, trabalhando temas como saúde mental, bem-estar, autocuidado, autoconhecimento, inteligência emocional e integração de equipes.

 Para marketing e eventos, desenvolvo ativações de marca, experiências de marca e branded experiences com Arteterapia, incluindo possibilidades para ações com influenciadores e creators, lançamentos de produtos, eventos e experiências de relacionamento com o público.

 Os atendimentos e projetos acontecem online e presencialmente em São Paulo e no ABC Paulista.

Quando a inteligência emocional começa pelo autoconhecimento

Uma das questões que atravessaram a vivência realizada recentemente em uma empresa foi justamente essa: nem sempre aquilo que mostramos para o mundo dá conta de tudo o que somos.

Existe uma vida interna acontecendo o tempo inteiro.

Pensamentos, sentimentos, desejos, medos, expectativas, lembranças, frustrações, limites e necessidades nem sempre aparecem naquilo que apresentamos aos outros. A nossa “fachada” pode continuar funcionando enquanto alguma coisa dentro de nós já está pedindo atenção.

Por isso, falar de inteligência emocional não deveria significar simplesmente aprender a não reagir.

Não se trata de construir uma persona cada vez mais rígida, capaz de suportar qualquer situação sem demonstrar incômodo, raiva, tristeza ou cansaço.

Inteligência emocional também passa por conhecer a si mesmo.

Perceber o que acontece antes de uma reação. Reconhecer os próprios limites. Identificar padrões. Compreender o que determinadas situações despertam. Conseguir perceber quando alguma coisa está deixando de ser apenas um desconforto cotidiano e começando a se transformar em um peso maior.

É nesse ponto que autoconhecimento e saúde mental se encontram.

E é também nesse espaço que uma vivência de Arteterapia pode abrir uma possibilidade interessante dentro das empresas.



O que aconteceu na vivência de Arteterapia na Temp Lab

 Recentemente, a convite do Grupo Próspera Seguros, estive na Temp log ao lado do psicólogo Michael em uma ação voltada ao autoconhecimento, à inteligência emocional e à prevenção em saúde mental dentro da campanha de Setembro Amarelo.

Depois das falas conduzidas pelos profissionais da área de Psicologia, os colaboradores foram convidados a participar de uma vivência de Arteterapia.

A proposta era simples, mas exigia uma coisa que nem sempre é simples no ambiente de trabalho: disponibilidade para experimentar.

E eles se permitiram.

Os colaboradores foram incríveis na maneira como participaram da experiência. Houve momentos de concentração, descontração, descoberta e também de entrosamento entre a equipe.

Alguns comentários trouxeram a sensação de voltar à infância ao entrar novamente em contato com materiais, cores e o prazer de simplesmente criar.

Ao mesmo tempo, a proposta não era transformar a atividade em uma exposição coletiva da vida pessoal de cada participante.

Isso é importante.

Uma vivência corporativa de Arteterapia precisa considerar o contexto profissional e respeitar o espaço individual de cada pessoa. A criação pode ser compartilhada, mas a interpretação daquilo que cada um produziu pertence, antes de tudo, ao próprio participante.

Cada pessoa pôde olhar para sua produção e fazer uma autoavaliação a partir daquilo que criou sem precisar contar ao grupo tudo o que aquela imagem significava.

Esse cuidado permite que a experiência coletiva aconteça sem transformar a vulnerabilidade em espetáculo.

A imagem pode revelar aquilo que ainda não conseguimos explicar

Na Arteterapia, a imagem pode funcionar como uma espécie de linguagem.

Não porque exista uma interpretação universal para determinada cor, forma ou símbolo. Não existe um dicionário no qual uma imagem significa obrigatoriamente determinada coisa.

O sentido é construído pela própria pessoa.

Uma imagem pode, porém, provocar uma associação, uma lembrança ou uma percepção que ainda não estava suficientemente organizada em palavras.

Às vezes, olhar para aquilo que acabamos de criar produz uma pergunta:

“Por que eu fiz isso?”, “Por que essa parte chamou minha atenção?”, “Por que escolhi justamente essa imagem?”, “Tem alguma coisa aqui que se parece comigo?”

Essas perguntas já são movimentos de autoconhecimento.

O símbolo não precisa entregar uma resposta pronta. Ele pode abrir uma pergunta que ainda não havia sido formulada.

Criar também é uma forma de pausa

Existe ainda outro aspecto importante da experiência: o próprio ato de criar.

Quando uma pessoa deixa temporariamente de responder a demandas externas e passa a prestar atenção em uma atividade manual, visual e sensorial, pode experimentar uma mudança de ritmo.

Escolher uma cor, recortar uma imagem, organizar elementos, colar, desenhar ou simplesmente experimentar materiais pode funcionar como uma pausa em relação à lógica acelerada da rotina.

A criação pode favorecer momentos de relaxamento, descompressão e organização da experiência interna.

Não significa que uma atividade artística resolva problemas de saúde mental ou substitua acompanhamento psicológico, psiquiátrico ou médico quando ele é necessário.

A proposta é outra: criar um espaço para perceber.

E perceber mais cedo pode fazer diferença.

Por que uma empresa pode investir em uma vivência de Arteterapia?

Uma ação de saúde mental não precisa acontecer somente quando alguém já está em sofrimento intenso.

Prevenção também significa criar oportunidades para que as pessoas desenvolvam consciência sobre si mesmas, reconheçam seus limites e percebam quando precisam de ajuda.

Em uma campanha de Setembro Amarelo, por exemplo, uma vivência de Arteterapia pode complementar palestras e conversas sobre saúde mental oferecendo uma experiência prática de autoconhecimento.

Para uma empresa, isso pode significar:

  • oferecer uma experiência de autocuidado aos colaboradores;

  • criar um momento de pausa e descompressão durante a jornada;

  • trabalhar autoconhecimento e inteligência emocional de maneira prática;

  • estimular a percepção sobre sentimentos, necessidades e limites;

  • favorecer integração e conexão entre equipes;

  • complementar palestras e campanhas internas de saúde mental;

  • criar uma experiência diferente para semanas internas, eventos e encontros corporativos;

  • trabalhar temas definidos pela empresa de maneira simbólica e experiencial;

  • oferecer uma atividade acessível mesmo para pessoas que não possuem experiência artística.

Mais do que produzir uma peça bonita, a proposta é criar uma experiência que tenha relação com aquilo que a empresa deseja trabalhar.

Arteterapia corporativa não precisa ser igual para todas as empresas

Uma vivência pode ser construída a partir do objetivo da ação.

Uma empresa que deseja trabalhar autocuidado terá uma proposta diferente daquela que deseja discutir limites.

Uma equipe que está passando por mudanças pode precisar de uma experiência diferente de uma equipe que busca integração.

Uma campanha de Setembro Amarelo pode abordar autoconhecimento e percepção dos próprios sinais. Uma ação de saúde mental pode trabalhar pausas, limites e autocuidado. Uma experiência de integração pode utilizar a criação coletiva para estimular comunicação e conexão.

Por isso, não trabalho com uma atividade única que simplesmente é levada para qualquer empresa.

A proposta é construída de acordo com o contexto.

E a Arteterapia também pode entrar em experiências de marca

A criação artística não precisa estar restrita às ações internas de Recursos Humanos.

A Arteterapia e o trabalho com imagens também podem ser utilizados como linguagem para experiências de marca, ativações e eventos.

Para empresas de marketing, comunicação, eventos e relacionamento, podem ser desenvolvidas propostas de branded experience com Arteterapia, considerando o conceito da campanha, o posicionamento da marca e o público participante.

Isso pode incluir ativações em lançamentos, experiências presenciais, eventos para clientes, ações com influenciadores e creators e outras situações nas quais a marca deseja proporcionar uma experiência participativa em vez de apenas apresentar uma mensagem.

Nesse formato, a criação deixa de ser somente uma atividade e passa a fazer parte da experiência que a marca deseja construir com seu público.

Como contratar uma vivência de Arteterapia para sua empresa

Para desenvolver uma proposta personalizada, é importante que a empresa envie algumas informações antes da contratação.

Recomendo um contato com pelo menos 30 dias de antecedência.

Para empresas que já possuem calendário anual de ações, o ideal é planejar com antecedência, preferencialmente nos períodos em que organizo a agenda de cada semestre, entre dezembro e janeiro e entre junho e julho.

Para solicitar uma proposta, envie:

1. Tema da ação
Qual assunto a empresa deseja trabalhar?

2. Objetivo
O que vocês esperam que os colaboradores vivenciem ou desenvolvam durante a ação?

3. Número de participantes
Quantidade total de pessoas e, se houver mais de um grupo, quantidade de participantes por grupo.

4. Perfil dos participantes
Área, faixa etária aproximada, características da equipe e outras informações relevantes para adaptar a proposta.

5. Data ou período desejado
Informe se existe uma data fixa ou se há flexibilidade.

6. Tempo disponível
Para uma vivência completa de Arteterapia, trabalho preferencialmente com pelo menos 1h30 por grupo. A duração pode ser ajustada conforme o objetivo e o formato da ação.

7. Local
Endereço, cidade e características do espaço onde a atividade acontecerá.

8. Estrutura disponível
Mesas, cadeiras, tomadas, projetor, tela, possibilidade de circulação, iluminação e outras informações que possam interferir na dinâmica.

9. Fotos do espaço
Fotos ajudam a entender como organizar materiais, participantes e circulação antes do evento.

10. Materiais e logística
A partir das características da vivência, avalio os materiais necessários e a melhor forma de organizar a atividade.

Com essas informações, consigo compreender melhor a necessidade da empresa e desenvolver uma proposta coerente com o objetivo da ação.

Uma empresa pode cuidar antes que o sofrimento vire um grande peso

Talvez essa seja uma das coisas mais importantes que uma ação de autoconhecimento pode oferecer.

Não precisamos esperar que uma pessoa chegue ao limite para falar sobre saúde mental.

Também não precisamos esperar que um colaborador esteja completamente esgotado para perguntar como ele está.

Criar espaços de consciência não impede o sofrimento, mas pode ajudar as pessoas a reconhecerem mais cedo aquilo que está acontecendo dentro delas.

Perceber um limite antes de ultrapassá-lo.

Reconhecer um padrão antes que ele se repita indefinidamente.

Identificar que alguma coisa mudou.

Entender que pedir ajuda também faz parte do autocuidado.

Na experiência realizada na Templab, os colaboradores não saíram com uma fórmula de inteligência emocional. Saíram de uma experiência que convidava cada um a olhar um pouco mais atentamente para si.

E, para mim, é justamente aí que a Arteterapia encontra seu lugar dentro das empresas.

Não para transformar trabalhadores em pessoas que nunca se desorganizam, nunca se irritam e nunca sofrem.

Mas para lembrar que existe uma pessoa inteira por trás de cada função, cargo, uniforme, crachá e entrega.

E que cuidar dessa pessoa também é uma forma de cuidar do trabalho.

Quer levar uma vivência de Arteterapia para sua empresa?

Sou Bruna Della, arteterapeuta (UBAAT 08/799/0521), com atuação em São Paulo e no ABC Paulista.

Realizo vivências corporativas de Arteterapia, workshops e ações de saúde mental, autocuidado, autoconhecimento, inteligência emocional e integração de equipes para empresas e profissionais de RH, Recursos Humanos, DHO e áreas de pessoas.

Também desenvolvo ativações de marca, experiências de marca e branded experiences com Arteterapia, incluindo projetos para eventos, lançamentos e ações com influenciadores e creators.

Para solicitar informações ou uma proposta personalizada:

E-mail: brunadella.art@gmail.com
WhatsApp: (11) 94680-8089

Entre em contato com antecedência para verificar a disponibilidade da agenda e apresentar o contexto da ação.

A proposta é construída a partir da necessidade de cada empresa, porque uma experiência de cuidado só faz sentido quando consegue conversar de verdade com as pessoas que irão vivenciá-la. 

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